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LRT Filho voltava de uma viagem à Baixada Maranhense, entre 19h30 e 20h, quando a van de aluguel coletivo em que viajava foi detida por PMs no Terminal da Ponta da Espera, aonde se chega de ferry boat a São Luís.
Dizendo que a van estava irregular, os policiais, comandados por um sargento, mandaram os passageiros descer. LRT, chateado, comentou que uns carros passam e outros não, sem que se saiba o critério. Foi a conta. Puseram-lhe algemas (“desacato à autoridade”, disse o sargento) e só horas depois o levaram à Delegacia da Vila Embratel. O delegado de plantão, Gutemberg, conversou um pouco e mandou-o embora. Nem fez o tal B.O (Boletim de Ocorrência), também conhecido como “Bom para Otário”, admitindo que não havia mesmo nada a apurar.
Mas não foi só isso. No caminho para a delegacia, o sargento mandou parar numa boca de fumo e voltou de lá contando um maço de dinheiro, na maior. De dentro do carro, LRT diz que viu uns sujeitos de cara feia fumando maconha e outros vendendo.
(Contado pela leitora Márcia Mendes, esposa de LRT, que requer investigação e providências).
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